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CÓDIGO DE CORES PARA CABOS DE TERMOPARES

CÓDIGO DE CORES PARA CABOS DE TERMOPARES Atenção: nunca utilize cabo de cobre comum como extensão de termopar. Utilize sempre o cabo de extensão ou compensação do mesmo tipo do termopar instalado, respeitando a polaridade indicada pela cor A identificação correta da polaridade e do tipo de termopar através da cor do cabo é essencial para evitar erros de instalação e leituras incorretas de temperatura. Cada norma internacional define um padrão de cores específico para a capa externa (bainha) e para os condutores internos (positivo e negativo). 1. TABELA DE REFERÊNCIA DE CORES Tipo IEC 60584-3(Capa / + / −) IEC 60584-3 Seg. Intrínseca(Capa / + / −) ANSI MC96.1 (EUA)(Capa / + / −) DIN 43714 (Alemanha)(Capa / + / −) K Capa: Verde (+): Verde (−): Branco Capa: Verde (+): Verde (−): Branco Capa: Amarela (+): Amarelo (−): Vermelho Capa: Verde (+): Vermelho (−): Verde J Capa: Preta (+): Preto (−): Branco Capa: Preta (+): Preto (−): Branco Capa: Preta (+): Branco (−): Vermelho Capa: Azul (+): Vermelho (−): Azul T Capa: Marrom (+): Marrom (−): Branco Capa: Marrom (+): Marrom (−): Branco Capa: Azul (+): Azul (−): Vermelho Capa: Marrom (+): Vermelho (−): Marrom E Capa: Violeta (+): Violeta (−): Branco Capa: Violeta (+): Violeta (−): Branco Capa: Roxa (+): Roxo (−): Vermelho Não padronizado N Capa: Rosa (+): Rosa (−): Branco Capa: Rosa (+): Rosa (−): Branco Capa: Laranja (+): Laranja (−): Vermelho Não padronizado R/S Capa: Laranja (+): Laranja (−): Branco Capa: Laranja (+): Laranja (−): Branco Capa: Verde (+): Preto (−): Vermelho Capa: Branca (+): Vermelho (−): Branco B Capa: Cinza (+): Cinza (−): Branco Capa: Cinza (+): Cinza (−): Branco Capa: Cinza (+): Cinza (−): Vermelho Não padronizado Atenção: nunca utilize cabo de cobre comum como extensão de termopar. Utilize sempre o cabo de extensão ou compensação do mesmo tipo do termopar instalado, respeitando a polaridade indicada pela cor. 2. TIPOS ESPECIAIS (SÉRIE TUNGSTÊNIO-RÊNIO) Os tipos G, C e D (também conhecidos por códigos anteriores W, W5 e W3) utilizam ligas de Tungstênio-Rênio para aplicações de altíssima temperatura (acima de 1700°C), comuns em fornos de vácuo e processos metalúrgicos especiais. A codificação de cores para esta série segue padrões específicos de fabricante e não está unificada nas tabelas internacionais convencionais — consulte a documentação técnica do fabricante ou entre em contato com a MIT EXACTA para especificação correta.

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Termoresistência PT-100 ohms à 0ºC

Termoresistência PT-100 ohms à 0ºC O sensor PT-100 é uma termoresistência fabricada em uma pequena pastilha cerâmica (+/- 2x2mm) com filamento em platina de alta pureza, também chamado de RTD (Resistance Temperature Detector). Os filamentos e o corpo do sensor possui uma fina camada de proteção isolante. Desenvolvida para medir temperatura com elevada precisão, estabilidade e confiabilidade. O sensor PT-100 ao contrário dos termopares, NÃO DESCALIBRA. O nome PT-100 deriva do filamento de platina e da resistência elétrica de 100 Ω a 0°C, O sinal ôhmico varia conforme a temperatura. Precisão: Principais vantagens Alta precisão de medição Excelente estabilidade a longo prazo Baixa necessidade de recalibração Elevada resistência à interferência elétrica quando instalada corretamente Disponível em versões de 2, 3 ou 4 fios Faixa de operação de aproximadamente -200°C a +850°C Principais aplicações Automação industrial Máquinas e equipamentos Indústrias alimentícia e farmacêutica Indústria química e petroquímica Sistemas HVAC (ar-condicionado e refrigeração) Tanques, tubulações, trocadores de calor e reatores Caldeiras e processos térmicos A MIT EXACTA fabrica sensores PT100 sob medida para as mais diversas aplicações industriais, com opções de diferentes comprimentos, diâmetros, conexões, cabeçotes, cabos e materiais de proteção, garantindo desempenho confiável e longa vida útil mesmo em ambientes industriais severos.

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Termopar tipo K guia técnico

Termopar Tipo K: Guia Técnico Completo Tabela, Faixa e Aplicações O Termopar Tipo K é, sem dúvida, o sensor de temperatura mais popular e mais utilizado na indústria mundial. Sua combinação de ampla faixa de temperatura, boa precisão e custo acessível o torna a primeira escolha para a maioria das aplicações industriais — de fornos a câmaras de teste, de processos químicos à indústria automotiva. Neste guia técnico completo, você vai entender tudo sobre o Termopar Tipo K: composição, funcionamento, tabela de temperatura, vantagens, limitações e quando ele é a escolha certa para o seu processo. O que é o Termopar Tipo K? O Termopar Tipo K é um sensor termoelétrico composto por dois fios metálicos distintos: Fio positivo (+): Chromel — liga de Níquel (90%) e Cromo (10%) Fio negativo (-): Alumel — liga de Níquel (95%), Manganês (2%), Alumínio (2%) e Silício (1%) Quando a junção entre esses dois fios (junta quente) é exposta a variações de temperatura, gera-se uma força eletromotriz (tensão em milivolts) proporcional à temperatura medida — princípio conhecido como Efeito Seebeck. O tipo K foi padronizado pela norma ANSI/ASTM E-230 e pela norma internacional IEC 60584, garantindo intercambialidade entre fabricantes em todo o mundo. Especificações Técnicas do Termopar Tipo K Característica Especificação Fio positivo (+) Chromel (Ni-Cr 90/10) Fio negativo (-) Alumel (Ni-Mn-Al-Si) Faixa de temperatura -200°C a +1260°C (contínuo até 1100°C) Temperatura máxima Até 1260°C por curtos períodos Tensão gerada a 1000°C ≈ 41,276 mV Sensibilidade média ≈ 41 µV/°C (a 25°C) Tolerância Classe 1 (IEC) ±1,5°C de -40°C a +375°C / ±0,4% de +375°C a +1000°C Tolerância Classe 2 (IEC) ±2,5°C de -40°C a +333°C / ±0,75% de +333°C a +1200°C Cor do conector (IEC) Verde Cor do conector (ANSI/ASTM) Amarelo Classe 1: Material especial dificil de ser encontrado e custo mais elevado Tabela de mV x Temperatura — Termopar Tipo K (referência a 0°C) A tabela abaixo mostra os valores de tensão gerada pelo Termopar Tipo K em função da temperatura, com junta de referência a 0°C, conforme norma IEC 60584-1: Temperatura (°C) Tensão (mV) Temperatura (°C) Tensão (mV) -200 -5,891 0 0,000 -100 -3,554 +100 4,096 -50 -1,889 +200 8,138 -25 -0,978 +300 12,209 0 0,000 +400 16,397 +100 4,096 +500 20,644 +200 8,138 +600 24,905 +300 12,209 +700 29,129 +400 16,397 +800 33,275 +500 20,644 +900 37,326 +600 24,905 +1000 41,276 +700 29,129 +1100 45,119 +800 33,275 +1200 48,838 +900 37,326 +1260 51,292 Nota: tabela simplificada. Para valores intermediários, consulte a tabela completa da norma IEC 60584-1 ou use um instrumento calibrado. Na pagina: Conversor de temperatura temos a conversão completa Vantagens do Termopar Tipo K Ampla faixa de temperatura: cobre de -200°C a +1260°C em uso contínuo Custo acessível: é um dos termopares mais econômicos disponíveis Disponibilidade: amplamente fabricado e disponível no mercado mundial Versatilidade: funciona bem em atmosferas oxidantes e inertes Linearidade razoável: resposta relativamente linear na maior parte da faixa Alta sensibilidade: ≈41 µV/°C, permitindo leitura com bons instrumentos de mercado Limitações do Termopar Tipo K Atmosferas redutoras: não recomendado em ambientes com baixo teor de oxigênio ou com enxofre — os fios se degradam rapidamente Efeito de histerese: pode apresentar variações de leitura após ciclos de temperatura acima de 300°C Precisão inferior ao PT-100: para aplicações que exigem alta precisão em temperaturas até 400°C, o PT-100 é mais indicado Deriva a longo prazo: uso contínuo em temperaturas elevadas pode causar mudança na calibração ao longo do tempo Aplicações Industriais do Termopar Tipo K O Tipo K é o sensor de referência em praticamente todos os setores industriais: Fornos industriais de tratamento térmico (recozimento, têmpera, cementação) Indústria de plásticos e borracha (extrusoras, injetoras, prensas) Indústria cimenteira e cerâmica (fornos rotativos e estáticos) Indústria química e petroquímica (reatores e colunas) Geração de energia (caldeiras, turbinas, exaustores) Indústria automotiva (testes de motores, sistemas de escape) Equipamentos laboratoriais e câmaras de ensaio Sistemas de HVAC e refrigeração industrial Como Especificar um Termopar Tipo K Ao solicitar um Termopar Tipo K, informe os seguintes dados: Temperatura máxima de trabalho: defina a temperatura de pico do processo + margem de segurança de 20%. Diâmetro da bainha: bainhas menores (3mm) respondem mais rápido; bainhas maiores (6mm, 8mm) são mais robustas. Comprimento total e de inserção: o comprimento inserido no processo e o comprimento externo (pescoço). Material da bainha: aço inox 304/316 para a maioria; Inconel 600 para temperaturas acima de 1000°C. Tipo de junta quente: isolada (mais precisa), aterrada (resposta mais rápida) ou exposta (máxima velocidade). Conexão ao processo: rosca, flange ou simples pressão. Conexão elétrica: cabeçote, conector compensado ou cabo direto. Certificado de calibração: necessário para processos de qualidade ou rastreabilidade à RBC.

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Como Funciona uma PT100

Como Funciona uma PT100? O PT-100 é um sensor de temperatura do tipo RTD (Resistance Temperature Detector), fabricado em platina. Seu princípio de funcionamento é simples: a resistência elétrica da platina varia de forma previsível e quase linear conforme a temperatura muda. O nome “PT-100” vem do valor nominal de resistência: 100 Ω a 0°C. Conforme a temperatura aumenta, a resistência do elemento sobe proporcionalmente, seguindo o coeficiente padrão de 0,00385 Ω/Ω/°C, definido pela norma IEC 60751. Como a medição é feita: Um transmissor ou instrumento aplica uma pequena corrente elétrica ao sensor e mede a queda de tensão resultante. A partir dessa leitura, calcula-se a resistência e, por meio da curva característica do PT-100, converte-se o valor em temperatura. Elemento simples ou duplo: O PT-100 pode ter elemento simples ou duplo. No elemento duplo, dois sensores independentes ficam no mesmo poço, permitindo redundância ou o uso de um canal para controle e outro para leitura/monitoramento. Configurações de fiação: 2 fios: mais simples, porém menos precisa (não compensa a resistência do cabo) 3 fios: configuração mais usada na indústria, compensa a resistência dos condutores 4 fios: máxima precisão, elimina completamente o efeito da fiação 6 fios: usada em elementos duplos, correspondendo a duas ligações de 3 fios independentes (uma para cada elemento) Faixa de aplicação: -200°C a +850°C Vantagens: maior precisão, estabilidade e repetibilidade que os termopares em faixas moderadas de temperatura, sendo a escolha ideal para processos industriais que exigem controle rigoroso. LIGAÇÃO PRECISÃO COMPENSAÇÃO DOS CABOS DISTÂNCIA RECOMENDADA CUSTO 2 FIOS BAIXA NÃO COMPENSA ATÉ 3 m BAIXO 3 FIOS ALTA COMPENSA AUTOMATICAMENTE ATÉ 30 m MÉDIO 4 FIOS MUITO ALTA ELIMINA TOTALMENTE ACIMA DE 30 m ALTO 6 FIOS (DUPLA) ALTA COMPENSA AUTOMATICAMENTE ATÉ 30 m ALTO Como ocorre a medição? O elemento de platina é exposto à temperatura do processo. A resistência elétrica da platina varia conforme a temperatura. O instrumento de medição envia uma pequena corrente ao sensor e mede sua resistência. Com base na curva padronizada da norma IEC 60751, o equipamento converte a resistência em temperatura e exibe o valor em °C. Graças à sua elevada precisão, estabilidade e confiabilidade, a PT100 é amplamente utilizada em sistemas de automação, controle de processos industriais, máquinas, equipamentos, tanques, tubulações, trocadores de calor e diversas aplicações que exigem medições precisas de temperatura.

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Termopares o que são como funcionam

Termopares: “O que são, como funcionam e como escolher o correto?” Se você trabalha com processos industriais, manutenção, automação ou controle de qualidade, provavelmente já ouviu falar em termopares. Eles são os sensores de temperatura mais utilizados no mundo e por boas razões: são simples, duráveis, acessíveis e cobrem uma faixa de temperatura muito abrangente. Definição: O que é um Termopar? Um termopar é um sensor de temperatura composto por dois fios condutores de materiais metálicos diferentes, unidos em uma extremidade (chamada de junta quente). Quando essa junção é submetida a variações de temperatura, surge uma diferença de potencial elétrico (tensão em milivolts) entre os dois fios, esse é o princípio físico chamado Efeito Seebeck. Essa tensão gerada é proporcional à temperatura da junta quente em relação à junta fria (referência), e pode ser lida por um instrumento calibrado para converter mV em graus Celsius (ou outra unidade). Efeito Seebeck: O Princípio por Trás dos Termopares O Efeito Seebeck foi descoberto pelo físico alemão Thomas Johann Seebeck em 1821. Ele observou que quando duas junções de metais diferentes estão em temperaturas distintas, surge uma corrente elétrica no circuito, resultado da diferença de energia cinética dos elétrons nos diferentes materiais. Na prática, quanto maior a diferença de temperatura entre a junta quente (no processo) e a junta fria (no instrumento), maior será a tensão gerada. Os instrumentos de leitura usam tabelas normalizadas (segundo normas ASTM e IEC) para converter essa tensão em temperatura com precisão. Tipos de Termopares: Tabela Técnica Completa Existem vários tipos de termopares, cada um identificado por uma letra e com características próprias de material, faixa de temperatura e aplicação: Tipo Composição Faixa (°C) Onde é usado Tipo K Chromel (+) / Alumel (-) -200 a +1260 Uso geral — o mais comum na indústria Tipo J Ferro (+) / Constantan (-) -40 a +750 Processos redutores, plásticos, borracha Tipo T Cobre (+) / Constantan (-) -200 a +350 Alimentos, farmácia, criogenia Tipo E Chromel (+) / Constantan (-) -200 a +900 Maior sensibilidade de saída Tipo N Nicrosil (+) / Nisil (-) -270 a +1300 Alta temperatura, mais estável que K Tipo S Pt-Rh 10% (+) / Pt (-) 0 a +1480 Precisão, laboratório, calibração Tipo R Pt-Rh 13% (+) / Pt (-) 0 a +1480 Similar ao S, mais usado na Europa Tipo B Pt-Rh 30% (+) / Pt-Rh 6% (-) +600 a +1820 Siderurgia, vidro, temperaturas extremas Componentes de um Termopar Industrial Um termopar completo para uso industrial é composto por mais do que apenas os dois condutores. Dependendo da aplicação, pode incluir: Elemento termopar: os dois fios de metais distintos, unidos na junta quente Tubo metálico (bainha) ou cerâmico de proteção afim de aumentar a vida útil e conter a contaminação dos fios Elemento de conexão dos fios: cabeçote ou bloco bloco cerâmico, conector compensado e polarizado, potes de selagem, etc Cabos de ligação: cabo de extensão composto por condutores da mesma liga do termopar (K, J, N e T) ou de compensação que são ligas intermediárias normalizadas (S, R e B), em ambos os casos, quando ligados corretamente, não oferecem perdas. Conector compensado: conector elétrico especial que mantém a compensação do tipo de termopar Como Especificar um Termopar: Passo a Passo Para especificar o termopar correto para sua aplicação, siga este checklist: 1. Temperatura máxima do processo: Defina como margem de segurança, um excedente de 10 a 15%, por exemplo, se o termopar for para operar em 800C, informe “até 900ºC” ou “trabalho em 800ºC com eventuais picos de 900ºC”. 2. Tipo de termopar: escolha baseado na faixa e no ambiente (veja tabela acima). 3. Diâmetro da bainha: influencia na resposta do sensor. Diâmetro da bainha influencia no tempo de resposta e na vida útil Menor Ø Menos massa envolvida, diminui o tempo de resposta Menos massa envolvida, diminui a vida útil Maior Ø Mais massa envolvida, aumenta o tempo de resposta Mais massa envolvida, aumenta a vida útil Não existe uma norma que defina com clareza esses parâmetros, por isso sugerimos que se tiver dúvidas, consulte nosso departamento técnico, informaremos com base empírica o melhor termopar para seu processo com foco no melhor custo-benefício. 4. Comprimento: É o comprimento da bainha (tubo) inserida dentro do processo, a área sensível que capta a temperatura fica somente na extremidade, bainhas com Ø1,0 a 6,00 (10mm), de Ø8,0 a 15,8mm (15mm), acima de Ø15,8mm (25 a 30mm). 5. Conexão ao processo: É a forma que pretende fixar o termopar ou PT-100 no processo, geralmente é feito através de uma rosca macho (1/4”NPT ou BSP, ½”, etc), mas pode ser também com flange, anel de ajuste, soldado ou simplesmente encaixado, nesse caso é SEM CONEXÃO. Processos com pressão positiva ou negativa elevados, requer mais atenção. 6. Ambiente: presença de vibração, umidade, produtos químicos ou pressão exige proteções adicionais. 7. Número de elementos: simples (um sinal) ou duplo (dois sinais independentes no mesmo sensor). Termopares x PT-100: Saiba Quando Usar Cada Um O PT-100 (termoresistência de platina) é outro sensor de temperatura muito comum. A escolha entre termopar e PT-100 depende da aplicação: Critério Termopar PT-100 Temperatura máxima Até 1820°C -200/600ºC (-200/850ºC faixa especial ) Precisão ±0,75% a ±2,2°C (tipos base) Resposta a variações Muito rápida Moderada Custo Menor Maior Instalação Mais simples Requer mais cuidado com fiação (2, 3 ou 4 fios) Melhor para Altas temperaturas, processos rápidos Precisão em temperaturas baixas a médias Aplicações Industriais dos Termopares Os termopares são utilizados praticamente em todos os setores industriais: Indústria química e petroquímica: medição em reatores, colunas de destilação, fornos e tubulações Indústria cimenteira: medição em fornos rotativos, ciclones e resfriadores Indústria automotiva: testes de motores, escapamentos e tratamentos térmicos Indústria alimentícia e farmacêutica: processos de pasteurização, esterilização e secagem Siderurgia e metalurgia: fornos de fusão, tratamento térmico e galvanização Geração de energia: caldeiras, turbinas a vapor e gás Laboratórios e metrologia: calibração de instrumentos e ensaios de precisão

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Qual tipo de sensor devo usar?

Qual tipo de sensor devo usar ? Tipo Faixa recomendada Ambiente Precisão Custo Tipo K -200°C a 1.260°C Uso industrial geral Muito boa $$ Tipo J 0°C a 760°C Máquinas antigas e processos industriais Boa $ Tipo T -200°C a 370°C Laboratórios e refrigeração Excelente $$ Tipo N -200°C a 1.300°C Fornos contínuos Muito boa $$$ Tipo R 0°C a 1.600°C Vidro e cerâmica Excelente $$$$$ Tipo S 0°C a 1.600°C Calibração e laboratórios Excelente $$$$$ Tipo B 600°C a 1.800°C Siderurgia pesada Excelente $$$$$ Escolha pela temperatura Temperatura do processo Sensor recomendado até 150°C PT100 150°C a 400°C PT100 ou Tipo J 400°C a 600°C Tipo J ou Tipo K 600°C a 900°C Tipo K 900°C a 1.200°C Tipo K ou Tipo N acima de 1.200°C Tipo N, R, S ou B Escolha pela aplicação industrial Processo Sensor recomendado Fundição de Alumínio Termopar Tipo K Fundição de Ferro Tipo K ou Tipo N Fundição de Bronze Tipo K Banho de Zinco Tipo K com tubo de proteção adequado Banho de Chumbo Tipo K com proteção específica Tratamento Térmico Tipo K Fornos Industriais Tipo K ou N Estufas PT100 Extrusoras de Plástico Tipo J ou Tipo K Injetoras Plásticas Tipo J Máquinas de Embalagem PT100 Caldeiras PT100 Trocadores de Calor PT100 Tubulações PT100 Tanques PT100 HVAC PT100 Indústria Alimentícia PT100 Farmacêutica PT100 Química PT100 ou Tipo K Petroquímica Tipo K Papel e Celulose PT100 Cimento Tipo K Vidro Tipo S ou Tipo R Cerâmica Tipo S ou Tipo R Siderurgia Tipo B, S ou N Tabela de Precisão e Tolerância de Sensores (PT100 e Termopares) conforme Normas Técnicas Sensor / Tipo Norma de Referência Precisão Nominal (Tolerância em 0 °C) Fórmula de Tolerância / Limite Percentual PT100 Classe AA IEC 60751 ±0,10 °C ±(0,10 + 0,0017 * |t|) °C PT100 Classe A IEC 60751 ±0,15 °C ±(0,15 + 0,002 * |t|) °C PT100 Classe B IEC 60751 ±0,30 °C ±(0,30 + 0,005 * |t|) °C Termopar Classe 1 (J, K, T, E, N) IEC 60584-1 ±1,5 °C (±0,5 °C para Tipo T) ±0,4% da temperatura de leitura (o que for maior) Termopar Classe 2 (J, K, T, E, N) IEC 60584-1 ±2,5 °C (±1,0 °C para Tipo T) ±0,75% da temperatura de leitura (o que for maior) Termopar Classe 1 (R, S) IEC 60584-1 ±1,0 °C ±0,15% da temperatura de leitura (o que for maior) Termopar Classe 2 (R, S, B) IEC 60584-1 ±1,5 °C ±0,25% da temperatura de leitura (o que for maior) Tempo de resposta aproximado Construção Tempo Mineral Ø0,5 mm 0,2–0,5 s Mineral Ø1,0 mm 0,5–1 s Mineral Ø1,5 mm 1–2 s Mineral Ø3,0 mm 2–4 s Mineral Ø6,0 mm 5–10 s PT100 ponta reduzida 1–3 s PT100 industrial 3–8 s Materiais de proteção recomendados Ambiente Material recomendado Alumínio líquido Ferro 1008, ferro comercial ou ferro fundido (conforme processo) Zinco líquido Tubos metálicos especiais resistentes ao ataque do zinco; a escolha depende da composição do banho, da temperatura e da vida útil desejada. Em muitos casos o inox 310 não oferece o melhor desempenho. Chumbo Aço carbono ou materiais específicos conforme a composição do banho Atmosfera oxidante Inox 310 Atmosfera redutora Inconel 600 Atmosfera sulfurosa Materiais especiais conforme análise do processo Alta abrasão Poço termométrico reforçado Alta pressão Poço usinado em aço inox

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PT-100 – LIGAÇÕES E QUANDO UTILIZAR

Número de fios do PT100 Ligação Aplicação 2 fios Aplicações simples e cabos curtos 3 fios Padrão industrial; melhor relação custo-benefício 4 fios Laboratórios e medições de alta precisão

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Termopares X PT100

Qual sensor escolher? Critério Termopar PT100 Faixa de temperatura -200°C até 1.800°C (dependendo do tipo) -200°C até 850°C Precisão Boa Muito alta Repetibilidade Boa Excelente Estabilidade a longo prazo Boa Excelente Tempo de resposta Muito rápido Rápido Resistência mecânica Excelente Muito boa Resistência à vibração Excelente (mineral isolado) Boa Custo Menor Maior Distâncias longas Muito indicado Requer compensação dos cabos Manutenção Baixa Baixa Melhor aplicação Altas temperaturas Controle preciso de temperatura Como escolher rapidamente O cliente precisa… Solução MIT EXACTA Alta precisão PT100 Acima de 850°C Termopar Resposta muito rápida Termopar mineral Melhor custo Tipo J Sensor universal Tipo K Controle de processo PT100 Fornos industriais Tipo K Banho de zinco Tipo K com proteção adequada Fundição Tipo K Máquinas industriais PT100 Diferenciais da MIT EXACTA Fabricação sob medida. Produção nacional. Atendimento técnico especializado. Mais de 70 anos de tradição. Fabricação rápida conforme a necessidade do cliente. Sensores para altas temperaturas e aplicações severas. Projetos especiais para siderurgia, fundição, galvanização, tratamento térmico, plásticos e processos industriais.

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Termopares para a Indústria Plástica

O controle preciso da temperatura é essencial na indústria plástica para garantir a qualidade do produto, reduzir perdas de matéria-prima e aumentar a vida útil dos equipamentos. Os termopares são os sensores mais utilizados em extrusoras, injetoras, sopradoras, moldes e sistemas de aquecimento devido à sua rapidez de resposta, resistência e confiabilidade. Principais tipos de termopares Termopar Tipo J (Ferro × Constantan) O Tipo J é um dos sensores mais utilizados na indústria plástica por oferecer excelente desempenho em temperaturas de até aproximadamente 750°C, faixa muito superior às temperaturas normalmente empregadas no processamento de polímeros. Vantagens Excelente relação custo-benefício. Resposta rápida às variações de temperatura. Ideal para extrusoras, injetoras e máquinas convencionais. Fácil reposição e ampla disponibilidade. Principais aplicações Resistências elétricas. Bicos de injeção. Cilindros aquecidos. Cabeçotes de extrusão. Máquinas injetoras e sopradoras. Termopar Tipo K (Cromel × Alumel) O Tipo K é indicado quando o processo exige maior resistência à oxidação, maior durabilidade ou temperaturas mais elevadas, suportando até cerca de 1.260°C. Vantagens Alta resistência em ambientes industriais. Excelente estabilidade térmica. Longa vida útil. Indicado para equipamentos de maior desempenho. Principais aplicações Extrusoras de alta produção. Máquinas para engenharia de plásticos. Equipamentos com temperaturas elevadas. Processos contínuos. Por que utilizar termopares na indústria plástica? Os termopares oferecem uma combinação de velocidade, robustez e confiabilidade que os torna ideais para processos de transformação de plásticos. Principais benefícios Aquecimento uniforme do equipamento. Controle preciso da temperatura do processo. Maior qualidade das peças produzidas. Redução de refugos e retrabalho. Menor consumo de energia. Aumento da vida útil das resistências elétricas. Fácil instalação e manutenção. Excelente custo-benefício. Qual sensor escolher? Aplicação Sensor recomendado Injetoras convencionais Termopar Tipo J Extrusoras Tipo J ou Tipo K Sopradoras Tipo J Bicos de injeção Tipo J Resistências tipo coleira Tipo J Cabeçotes de extrusão Tipo J ou Tipo K Equipamentos de alta temperatura Tipo K Na maioria das aplicações da indústria plástica, os termopares Tipo J e Tipo K são as melhores opções. A escolha depende da temperatura de trabalho, das condições do ambiente e das características do equipamento. A MIT EXACTA fabrica termopares sob medida para cada aplicação, garantindo precisão, confiabilidade e longa vida útil.

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Termopares para Alumínio Zamac e Zinco

Termopares para Banho de Alumínio, Zamak e Zinco: Como Escolher o Sensor Correto Os processos de fundição e galvanização exigem medições de temperatura precisas para garantir a qualidade do produto, reduzir perdas e aumentar a vida útil dos equipamentos. A escolha correta do termopar e do tubo de proteção é fundamental para obter medições confiáveis e evitar substituições frequentes. Termopares para Banho de Alumínio O alumínio líquido normalmente trabalha entre 680°C e 780°C e exige sensores com rápida resposta e boa resistência mecânica. Sensor recomendado Termopar Tipo K Principais vantagens Excelente desempenho em altas temperaturas. Resposta rápida. Alta confiabilidade. Ótima relação custo-benefício. Cuidados importantes Utilizar tubo de proteção adequado para alumínio líquido. Evitar impactos durante a imersão. Realizar inspeções periódicas para identificar desgaste antes da falha. Termopares para Banho de Zamak O Zamak é uma liga de zinco com alumínio, magnésio e cobre, utilizada em processos de fundição sob pressão. A temperatura de trabalho normalmente varia entre 400°C e 450°C. Sensor recomendado Termopar Tipo K Em algumas aplicações, o Tipo J também pode ser utilizado, desde que a temperatura e as condições do processo sejam compatíveis. Principais vantagens Controle preciso da temperatura do banho. Melhor qualidade das peças fundidas. Redução de defeitos por superaquecimento. Maior estabilidade do processo. Termopares para Banho de Zinco Nos processos de galvanização a fogo, o zinco líquido normalmente opera entre 450°C e 470°C. Apesar da temperatura não ser extremamente elevada, o banho é altamente agressivo para os tubos de proteção. Sensor recomendado Termopar Tipo K Atenção ao tubo de proteção A vida útil do conjunto depende principalmente do material do tubo de proteção. O contato contínuo com o zinco líquido pode causar corrosão acelerada quando o material não é especificado corretamente. Boas práticas Utilizar materiais de proteção compatíveis com zinco líquido. Inspecionar periodicamente o tubo de proteção. Remover escórias acumuladas sem danificar o sensor. Substituir tubos desgastados antes da perfuração. Comparativo das aplicações Processo Temperatura típica Sensor recomendado Banho de Alumínio 680°C a 780°C Termopar Tipo K Banho de Zamak 400°C a 450°C Termopar Tipo K ou Tipo J Banho de Zinco 450°C a 470°C Termopar Tipo K Benefícios da escolha correta Medições mais precisas. Maior estabilidade do processo. Redução de paradas não programadas. Menor custo de manutenção. Maior vida útil dos sensores. Melhor qualidade do produto final. Conte com a experiência da MIT EXACTA Há mais de 70 anos, a MIT EXACTA desenvolve sensores de temperatura para aplicações industriais severas. Fabricamos termopares sob medida para fundição de alumínio, processos com Zamak, galvanização, tratamento térmico e diversas outras aplicações, especificando o sensor e o tubo de proteção mais adequados para aumentar a confiabilidade e a vida útil do equipamento.

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